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A Geografia que praticamos

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                         No dia do Geógrafo, 29 de maio, o GepGênero perguntou aos seus pesquisadores o que é ser um profissional da Geografia. As respostas, mais que emocionantes, transpareceram amor e a certeza de que essa profissão foi feita para estudar e mudar o mundo.  Durante os próximos dias postaremos os vídeos individuais de cada um que prestou homenagem a essa profissão que é repleta de multiplicidades. O primeiro vídeo é da nossa Coordenadora, a professora doutora Maria das Graças Silva Nascimento Silva. Ela fala um pouco de qual geografia nos apropriamos em nosso grupo, que acima de tudo, é uma Geografia inclusiva.

Curso para pesquisadores

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Pesquisar não é uma tarefa fácil, nós sabemos. É comum no meio do caminho nos sentirmos um pouco perdidos entre tantas teorias, metodologias, formas de análise. Mas se estivermos com o projeto bem estruturado e com um bom organograma, a  escrita tende a fluir mais rapidamente. Pensando nesse trajeto do pesquisador, o GepGênero e o GepCultura vão disponibilizar um curso online sobre "Construção do Mapa Conceitual e Fluxograma da Pesquisa", com a coordenação dos professores doutores Maria das Graças Silva e Josué da Costa Silva. As mediações serão feitas por Josué da Costa Silva, Jaqueline Sousa de Araújo e Maiara Márjore Rocha Peres Marini. O curso está dividido em dois módulos: Datas e horário: 06/06/20 - Módulo I  - 15h às 17h                         13/06/20 - Módulo II - 15h às 17h Sala virtual: Google Meet Quem tiver interesse pode se inscrever pelo formulário .

20 anos e fazemos o quê? Comemoramos com publicação

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O nosso Grupo de Estudos e Pesquisas em Geografia, Mulher e Relações Sociais de Gênero (GepGênero) comemora este ano 20 anos de existência. E o que poderia ser mais significativo para nós do que vermos nossos trabalhos ganhando mais espaço, não é? Por isso, convidamos a todos os pesquisadores da Pan-Amazônia a comemorar conosco. Como? Publicando! A Revista Presença Geográfica (RPGeo) tornou pública nesta sexta-feira (24) a chamada de artigos para a edição especial da revista em comemoração aos 20 anos dos Grupos de Pesquisa GepGênero e Grupo de Estudos e Pesquisas em Modos de Vida e Culturas Amazônicas (GepCultura).  Nesses anos de trabalho, os dois grupos contribuíram efetivamente para o desenvolvimento da Ciência Geográfica na região Norte, mas ainda crêem que existe um vasto campo a ser pesquisado e grandes cientistas a serem formados nessa trajetória.  Esta edição especial pretende reunir investigações científicas qualitativas e/ou quantitativas, assim como...

Clube de Leitura GepGênero

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Já que não podemos presencialmente, a saída é o virtual. Em tempos de corona-vírus e isolamento físico, não podemos nos afastar de novos estudos e nossa motivação em mudar as relações sociais de gênero e sexualidade. Pensando nisso, o Grupo de Estudos e Pesquisas em Geografia, Mulher e Relações Sociais de Gênero (GepGênero) tem realizado encontros semanais para debater textos que envolvem as áreas de pesquisa dos investigadores. Os encontros têm funcionado como um Clube de Leitura pela plataforma online, o Zoom. A cada semana um orador escolhe um artigo ou capítulo de livro, faz uma introdução sobre o texto e abre para discussões com os outros participantes da sessão. Resumos dos textos debatidos serão disponibilizados aqui no blog. Em tempos líquidos, como diria Bauman, nada melhor que um bom café para ajudar-nos em nossas reflexões. Continuem a nadar e fiquem em casa, se puder.

Privilégio sim, direitos básicos também

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Os questionamentos que têm nos assolado com mais intensidade no último mês são mais do que uma simples questão econômica, é de uma urgência de vida ou morte. Quem é que tem o privilégio de ficar em casa em isolamento para salvaguardar sua vida e a vida dos seus? Quem é que pode se dar ao luxo de fazer o tão aclamado  home office ?  Primeiro é necessário que pensemos sobre privilégios. O que é privilégio?  Fonte: Michaelis Online Levando ao pé da letra a palavra, então são pouquíssimos aqueles brasileiros que terão a capacidade de se isolarem do mundo em seus iates e casas milionárias, bem distantes de tudo e de todos.  O brasileiro normal vai passar por uma quarentena complicada, com muitas informações desencontradas do governo, com medidas duvidosas e por vezes, inescrupulosas. Alguns poucos até poderão ficar em casa, sustentando-se com um salário integral, sem cortes, ou com um emprego que os possibilite trabalhar a distância. Mas a que preço?...

Mais um 8 de março e o que comemoramos realmente?

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Por Hellen Virgínia e Larissa Zuim Em nosso país existe o hábito de simplificar ou minimizar as explicações: é o fim de semana que vira “findi”, é o aniversário que se transforma em “níver” e muita gente fala que em 8 de março se comemora o Dia da Mulher. É importante lembrar que em 8 de março se comemora o Dia Internacional da Luta pelo Direito das Mulheres, popularmente conhecido como o Dia da Mulher. O significado desse dia para a humanidade é muito mais profundo e complexo do que o caráter mercantilista que faz com que algumas mulheres sejam lembradas neste dia como pessoas que merecem ser presenteadas com flores, bombons, maquiagem e/ou outros itens que fazem parte do folclore dos “objetos do universo feminino”. Infelizmente, para muitas mulheres, 8 de março é apenas mais um dia em que serão agredidas, objetificadas, hostilizadas, sobrecarregadas de tarefas domésticas, subestimadas e assediadas moralmente em seus empregos ou escolas, assediadas sexualmente em lugares públ...

Seminário Geografia e Gênero

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Como parte dos eventos de comemoração dos 20 anos de existência do Grupo de Estudos e Pesquisas em Geografia, Mulher e Relações Sociais de Gênero (GepGênero), convidamos a todXs a participarem do Seminário Geografia e Gênero: ausências, desafios e estratégias de subversão. O seminário trará importantes discussões em torno dos conceitos de espaço, gênero, sexualidade, raça e classe tendo como base duas importantes obras literárias de autoras atuais e reconhecidas em suas áreas. Trazer à tona esses diálogos são a base para a construção de um mundo menos desigual, já que conhecendo quais são as implicações das reproduções sociais vigentes em nossa sociedade e construindo novas formas de construir identidades e comunidades, criamos novas perspectivas e olhares sobre nosso lugar no mundo. As pesquisadoras do GepGênero irão mediar as discussões e apresentações em torno dos livros. A entrada é gratuita, na Sala Rosa Ester Rossini, no Campus Unir, dia 19 de fevereiro, das 14h30 ...