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Mulher e representatividade política

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E por quê devemos votar em mulheres... À esquerda Amanda e Wellington e à direita Maiara Marini Está na lei (9504/1997) que 30% das vagas à candidatura política sejam destinadas às mulheres, entretanto, em 2018, o Brasil alcançou apenas 15% da representatividade feminina no congresso. É refletindo sobre essa realidade que os pesquisadores Amanda Michalski, Wellington Durães e Maiara Marini foram aceitos no IV Seminário Latianomericano de Geografía, Género y Sexualidades, na Argentina. Amanda, que é mestranda do Programa de Pós-graduação em Geografia da Universidade Federal de Rondônia - Unir, assim como Wellington e Maiara, ressalta que apesar da lei ser uma conquista importante, ainda não é o suficiente para uma representatividade expressiva. "Por meio de uma análise crítica, podemos perceber o árduo caminho que as mulheres ainda precisam percorrer para, de fato, alcançarem uma real representatividade na política", diz. O trabalho dos pesquisadores, "A ins...

Guerreiras Indígenas

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Associação de Guerreiras Indígenas de Rondônia A Associação de Guerreiras Indígenas de Rondônia (AGIR) nos coloca para confrontar de frente ideias preconcebidas que temos do movimento indigenista brasileiro. Ainda hoje, o não-indígena acredita que só o homem molda os territórios indígenas. E é contra esse pensamento que a mestranda Deborah Monteiro Santos reflete em seu trabalho. A bióloga de formação acabou encontrando no Programa de Pós-Graduação em Geografia da Universidade Federal de Rondônia - Unir um ponto chave para a sua militância feminista, o Grupo de Estudos e Pesquisas em geografia, mulher e relações sociais de gênero (GepGênero). O trabalho da pesquisadora "Caracterização do aspecto organizacional da mulher da Terra Indígena Rio Guaporé: um olhar sobre o território", desenvolvido com o GepGênero foi aceito no IV Seminário Latinoamericano de Geografia, género y sexualidades, na Argentina. Deborah teve o contato com a AGIR através do seu trab...

Professora da Floresta

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CONTANDO UM CONTO A pesquisadora Liziane É com um título quase poético que a geógrafa e mestra pelo Programa de Pós-graduação em Geografia da Universidade Federal de Rondônia - Unir, Liziane Souza Silva, vem contar a história de uma, das muitas vozes da floresta, que são invisibilizadas e silenciadas por uma cultura que coloca a mulher como um indivíduo inferior. Com o trabalho "Professora da Floresta: relatos dos desafios vividos por uma docente nos confins da Amazônia brasileira", Liziane foi aceita no IV Seminário Geografía, Género y Sexualidades, na Argentina. É assim que ela traz luz à história de vida da professora Maria de Lourdes Souza Silva, do município de Mâncio de Lima, no Acre. Mâncio de Lima é conhecido por ser o ponto mais extremo à oeste do território brasileiro, e assim como extremo oeste, extremo também era o percurso de Maria de Lourdes para trabalhar todos os dias. Apesar de uma jornada dura de trabalho, relatada nesta pesquisa, a profe...

Porque um mundo menos machista e homofóbico também se constrói na escola

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Na foto, Mirian (à esquerda) e Madalena (à direita) Porque um mundo menos machista e homofóbico também se constrói na escola A psicóloga e pedagoga Maria Madalena Moreira e a geógrafa e vice-diretora de uma escola Mirian Pereira Suave apostam no ensino como a base de transformação da sociedade. As duas tiveram o seu trabalho aprovado para o IV Seminário de Geografía, Gênero y Sexualidades, na Argentina. Com o título: "Construção geográfica de uma sociedade menos machista e homofóbica: equidade de gênero no espaço escolar" as duas representam o mestrado do Programa de Pós-Graduação em Geografia da Universidade Federal de Rondônia - Unir, com a co-orientação nesta pesquisa da professora doutora Maria das Graças Silva, também coordenadora do GepGênero. Com formações diferentes, mas com atuação ativa dentro das escolas, as duas pesquisadores mostram que é possível pensar a geografia como ferramenta para a mudança estrutural de correntes culturais nocivas à nos...

Mutilação genital feminina por uma perspectiva geográfica

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Mutilação genital feminina por uma perspectiva geográfica A professora estadual de geografia e mestranda pela Programa de Pós-graduação da Universidade Federal de Rondônia - Unir, Danúbia Soares, foi uma das pesquisadoras do GepGênero que teve seu trabalho aprovado para o IV Seminário Latino de Geografía, Género y Sexualidades, na Argentina. Com um olhar sobre as práticas espaciais, sexualidades e violência, ela aborda em sua pesquisa um tema muitas vezes escondido, para não dizer proibido: a mutilação genital feminina. Com o título: Mutilação Genital Feminina e a dor da invisibilidade: estudo sob a perspectiva da Geografia de Gênero e Geografia Humanística”,  Danúbia nos relembra que apesar de cada vez mais atuantes em movimentos feministas e em busca de uma autonomia, práticas culturais machistas e conservadoras expõem muitas mulheres à crueldade. "A Mutilação Genital Feminina ocorre em todos os continentes, em menor ou maior grau de intervenção humana no órgão ge...

I Bazar GepGênero

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Pela pesquisa e pela Amazônia!  Nós, do Grupo de Estudos e Pesquisas em Geografia, Mulher e Relações Sociais de Gênero (GEPGENERO), criamos o I Bazar GepGênero para arrecadar fundos para levar 13, isso mesmo, 13 pesquisas desenvolvidas em Rondônia para o mundo. Nosso grupo teve 13 trabalhos aprovados no maior evento internacional sobre geografia e gênero, o IV Seminário Latinoamericano de Geografìa, Género y Sexualidades. O evento acontecerá na cidade de Tandil, na Argentina, de 13 a 15 de Novembro.  E é por isso que precisamos da sua ajuda. Nem todos nós temos bolsas de pesquisa ou como nos bancarmos em uma viagem internacional. Para isso, faremos diversas ações, como este evento, para levar nossos trabalhos a todos os cantos do mundo  🌍  .  Será uma oportunidade única de troca de conhecimentos e divulgação do nosso cantinho no mundo: Rondônia e a nossa Amazônia. Nos próximos textos contaremos um pouquinha da história de cada um dos trabal...

Aumenta o número de bolsas para o exterior ofertadas por convênios entre universidades e entidades financiadoras.

          Essa semana o Governo Federal comunicou que nos próximos anos serão ofertadas setenta e cinco mil bolsas para brasileiros estudarem no exterior em cursos de graduação, especialização, mestrado e doutorado em algumas das melhores universidades do mundo. O Programa de Concessão de Bolsas e Mobilidade Acadêmica no Exterior ou Ciências sem Fronteiras tem como prioridade enviar alunos da área de exatas, com ênfase em engenharia, que tenham um ótimo desempenho e saibam falar a língua inglesa. Outras vinte e cinco mil bolsas serão ofertadas com o apoio da iniciativa privada.             Cada universidade também possui a possibilidade de aumentar seu número de convênios com entidades de fora do país. A Universidade Federal de Rondônia, por exemplo, acaba de criar a Pró-reitoria de Relações Internacionais. “Antes, éramos só uma Coordenação para administrar esse assunto, agora, com o número de convên...